A Morte me fez um poeta (Nicolas Paiva)
Eu desisto de tudo e todos
Eu sorrio um inexpressivo sorriso
E assim acredito e sinto
A hora é essa
O peso que a muito me penava
Um mar de lágrimas
Lágrimas feita de sangue
Pranto do coraçao
Coraçao nao meu,
mas dela
Toda noite ela me sussurra
Dizendo o que fazer
Dizendo o que ser e
Por quem amar
E por quem chorar
Ela me conduziu a escrever
E assim ao sol se por
Ela domina-me
E a poesia não cria-se autônoma
Talvez eu a escreva
Ou ela me leva a escrevê-la
A mão é minha
Mas os Fantasmas, Demonios
Toda a escuridão e Dor
Que eu escrevo
Ela é quem me traz
Durante a noite em sonhos
Não em pesadelos,
Já deixaram de ser pesadelos
Agora eu sou
Porque ela me fez
Ela me fez um poeta
A Morte me fez um poeta.
Sem palavras...
ResponderExcluirChega a arrepiar...
Melhor poeta/compositor/escritor do sex XXI
Muito bom e muito triste como um grande poema !
ResponderExcluirEeeh falei que são expressivos com personalidade própria!
ResponderExcluirQue bom que bom que criou o blog! Vê se investe hein?=)
Lembra que os que eu escrevia só faltavam torcer sangue?rsrs
Adorei =)!
beijos
Que lindo!!!
ResponderExcluirDesse jeito, em breve você escreverá um livro... E eu farei questão de comprar, pois sou sua fã nº1!
Beijos da sua madrinha***