sábado, 5 de dezembro de 2009

Boas Novas

Bom, a pedidos de amigos e por um sentimento próprio retraído a algum tempo, venho por meio desse, apresentar me e a partir desse momento, começar a colocar aqui, essas vagas palavras, que nada são mais do que sentimentos, sensações, pessoas e acontecimentos por mim vivido e presenciado (ou não), na forma que eu sempre gostei de me expressar.
Para início:

A Morte me fez um poeta (Nicolas Paiva)

Sob essas condiçoes então

Eu desisto de tudo e todos

Eu sorrio um inexpressivo sorriso

E assim acredito e sinto

A hora é essa

O peso que a muito me penava

Um mar de lágrimas

Lágrimas feita de sangue

Pranto do coraçao

Coraçao nao meu,

mas dela

Toda noite ela me sussurra

Dizendo o que fazer

Dizendo o que ser e

Por quem amar

E por quem chorar

Ela me conduziu a escrever

E assim ao sol se por

Ela domina-me

E a poesia não cria-se autônoma

Talvez eu a escreva

Ou ela me leva a escrevê-la

A mão é minha

Mas os Fantasmas, Demonios

Toda a escuridão e Dor

Que eu escrevo

Ela é quem me traz

Durante a noite em sonhos

Não em pesadelos,

Já deixaram de ser pesadelos

Agora eu sou

Porque ela me fez

Ela me fez um poeta

A Morte me fez um poeta.




4 comentários:

  1. Sem palavras...

    Chega a arrepiar...
    Melhor poeta/compositor/escritor do sex XXI

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  2. Muito bom e muito triste como um grande poema !

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  3. Eeeh falei que são expressivos com personalidade própria!

    Que bom que bom que criou o blog! Vê se investe hein?=)

    Lembra que os que eu escrevia só faltavam torcer sangue?rsrs

    Adorei =)!

    beijos

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  4. Que lindo!!!
    Desse jeito, em breve você escreverá um livro... E eu farei questão de comprar, pois sou sua fã nº1!
    Beijos da sua madrinha***

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